O Pentágono liberou o uso de sites como Twitter e Facebook para redes militares não sigilosas das Forças Armadas americanas.
“O propósito dessa norma é reconhecer que precisamos tirar vantagem das capacidades que a Internet oferece. Essas ferramentas de Web 2.0 precisam ser parte daquilo que utilizamos”, disse David Wennergren, secretário assistente da Defesa, à Reuters.
Apesar do risco de vazamento de informações e abertura para hackers, já temos dentro das forças armadas exemplos como o do almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto e principal comandante militar dos EUA, que usa o twitter e tem mais de 16 mil seguidores, e o do secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, que declarou que deseja usar a mídia social para ajudar o Pentágono a interagir com os integrantes das forças armadas do país, muitos dos quais jovens na casa dos 20 anos





















